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Quando somos inteiros

IED apresenta
10 de outubro de 2018
A razão e emoção afetam a efetividade nas empresas

Razão e emoção. Cérebro e coração. Os desafios da gestão exigem novas compreensões. Não se trata de usar
ora um, ora outro, mas sim de combiná-los. Este é o maior desafio da caminhada. Sobre este tema, compartilho
alguns aforismos.

* Mentes brilhantes precisam do impulso do coração para desvendar os mistérios do desconhecido. As ideias mais puras nascem onde e quando menos se espera.

* A intuição revela em um piscar de olhos o que a razão pode levar séculos para desenhar em uma equação, e pode levar mais décadas ainda para demonstrar aos olhos humanos aquilo que o coração já compreende.

* A busca do caminhante não é apenas consciente e mental, mas também onírica e interior. Reunir os diferentes níveis de realidade, cavalgar os mundos, dar testemunho de nosso ser diz respeito a um processo transformador atrelado ao cotidiano, tanto exterior quanto interior. É uma longa jornada que busca clareza e torna efetiva a revelação consigo mesmo.

* A capacidade de discernir o útil do inútil tornará o nosso entendimento sobre as coisas mais destilado e possível. Dentro de tantas palavras e narrativas, de tanta gritaria, precisamos de um segundo de silêncio para conseguir tocar o coração da questão e tentar dar ordem e coerência à vida.

* Emoções dirigem a vida! O começo de tudo foi emoção. O sentimento não é, portanto, um processo passivo. As emoções são como a centelha da vida, aquilo que nos leva à ação.

* Ansiosos e cegos pela busca do extraordinário, das grandezas, dos grandes poderes e conquistas, esquecemos dos fundamentos, das pequenas coisas do cotidiano, esquecemos da gentileza, da tolerância, do amor na sua forma mais simples: dê ao outro o que você busca
no outro.

É imprescindível hoje e nos tempos que virão treinar e estudar a questão da criatividade. Não por acaso, a última capa da Harvard Business Review foi dedicada à curiosidade. É justamente a curiosidade que leva à tal da criatividade.

A princípio, todos nós queremos ser mais criativos e parar de repetir fórmulas, mas as lideranças ainda temem enfrentar novos modelos, mais abertos, menos controláveis, porém repletos de possibilidades inimagináveis.

Por Victor Falasca Megido, diretor-geral do IED Brasil

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